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A arte da Guerra em momentos de Crise

Entendendo A Arte da Guerra

 

Como estamos em um momento de instabilidade em todo o Brasil e no mundo, com a política, economia e área ambiental, colocamos algumas dicas sobre a obra “A Arte da Guerra” de Sun Tzu, que foi um general, estrategista e filósofo chinês.  

 

Nossa ideia é mostrar que ciclos e fluxos acontecem em vários momentos da história, e por esse motivo precisamos estar sempre prontos para qualquer batalha em nosso negócio.

É essencial planejar, criar as estratégias, criar os objetivos, colocar as metas, compartilhar responsabilidades, definir os fatores críticos de sucesso, bloquear as ameaças e encontrar as melhores ações para soluções.

 

Aproveitamos para colocar algumas ideias retiradas dos capítulos do livro para você.

 

1. Planejamento Inicial

O líder planeja no início, antes de começar a agir", e "o líder avalia os problemas e os previne. Qualquer empresa precisa colocar cinco aspectos que devem ser determinados antes de empreender qualquer ação: Caminho, o clima, o terreno, a liderança e a disciplina.

 

2. Guerreando

Entenda o impacto interno e no processo de todas as suas operações. A ênfase é colocada sobre a velocidade e a eficiência, com advertências incisivas para não prolongar as operações. A importância de se conservar a energia e os recursos materiais recebe atenção particular. Um plano de ação na prática é necessário para reduzir custos e continuar um ótimo relacionamento com os principais grupos de interesse.

 

3. Estratégia ofensiva

Neste sentido, Mestre Sun afirma que é melhor vencer sem lutar. Precisamos usar de criatividade em momentos de escassez, assim, encontramos saídas simples e poderosas. As táticas precisam reforçar este princípio de conservação geral.

 

4. Disposições

Sun Tzu declara que o segredo para a vitória são a adaptabilidade e a inescrutabilidade. O inescrutável vence, o manifesto perde." Neste contexto, a inescrutabilidade não é meramente passiva, não significa apenas afastar-se ou esconder-se dos outros; significa, sim, a percepção do que é invisível aos olhos dos outros e a reação a possibilidades ainda não percebidas por aqueles que só observam o manifesto. Seguindo esta linha de raciocínio, Sun Tzu volta a pôr ênfase na busca da vitória certa pelo conhecimento do momento de agir e de não agir.

 

5. Energia

O tema do capítulo quinto de A Arte da Guerra é a força, ou o ímpeto, a estrutura dinâmica de um grupo em ação. Aqui, Mestre Sun ressalta as habilidades organizacionais, a coordenação e o uso de métodos. Ele enfatiza a mudança e a surpresa, empregando variações intermináveis de táticas e usando as condições psicológicas (mentalidade) para o resultado do objetivo traçado.

 

6. Fraquezas e forças

Uma das mais simples dessas táticas é muito conhecida não apenas no contexto da guerra, mas também na manipulação social e dos negócios: "Bons guerreiros atraem o inimigo a si; não são eles que atacam o inimigo.

 

7. Manobras

Entra em ação somente depois de fazer a devida avaliação. Aquele que por primeiro avaliar a distância do perto e do longe vencerá. " O I Ching diz: "Prepara-te, e terás boa fortuna." Para aproveitar ao máximo os benefícios dos princípios da vacuidade e da plenitude, Sun ensina quatro tipos de habilidades essenciais ao líder insondável: domínio da energia, domínio do coração, domínio da força e domínio da adaptação.

 

8. As nove variáveis

O capítulo oitavo é dedicado à adaptação, já vista como uma das pedras angulares da arte bélica. Mestre Sun assevera: "Se os líderes não souberem adaptar-se de modo vantajoso, mesmo que conheçam a disposição do terreno, não conseguirão tirar proveito dela."

 

9. Movimentações

O capítulo nono trata manobras estratégicas. Mais uma vez Mestre Sun fala sobre os três aspectos da arte do líder — o físico, o social e o psicológico. " O I Ching afirma: "Quando tens os meios, mas não estás chegando a lugar nenhum, procura parceiros apropriados, e terás boa fortuna." Do mesmo modo, enfatizando o esforço do grupo dirigido, A Arte da Guerra diz: "O individualista sem estratégia que considera os adversários com leviandade irá inevitavelmente tornar-se um cativo."

 

10. Terreno

Mestre Sun adota esse ponto de vista com observações sobre as deficiências organizacionais fatais pelas quais o líder é responsável. Aqui, novamente, a ênfase está posta no moral da unidade: "Considera teus colaboradores como filhos bem-amados, e eles de boa vontade morrerão contigo." O I Ching diz: "Os que estão acima asseguram seus lares pela bondade para com os que estão abaixo."

 

Apesar disso, ampliando a metáfora, Mestre Sun também adverte contra ser abertamente indulgente, o que traria como consequência tropas semelhantes a crianças mimadas.  

 

"Quando conheces a ti mesmo e aos outros, a vitória não está ameaçada; quando conheces o céu e a terra, a vitória é inesgotável." O I Ching diz: "Sê cuidadoso no começo, e não terás dificuldades no fim."

 

11. As nove variáveis de terreno

Ao descrever a tática apropriada a cada tipo de região, Mestre Sun inclui uma reflexão sobre os elementos social e psicológico do conflito, na medida em que esses estão inextricavelmente ligados à reação ao ambiente: "Devem-se examinar os seguintes aspectos: adaptação às diferentes regiões, vantagens da contração e da expansão, padrões de sentimentos humanos e condições."

 

12. Ataques com o emprego de fogo

Concluindo abruptamente sua breve reflexão sobre o ataque com fogo, Mestre Sun diz: "Uma empresa não deve mobilizar um time motivado pela raiva, os líderes não devem provocar o conflito movidos pela cólera. Antes, deves agir se for benéfico; caso contrário, deves desistir. A raiva pode-se transformar em alegria, a cólera pode-se tornar prazer, mas uma nação destruída não pode ser restaurada para a existência, e os mortos não podem ser devolvidos à vida."

 

13. Utilização de agentes secretos

A Arte da Guerra inicia com a questão da liderança, e também termina com a observação de que o uso eficaz de espiões depende do líder. Mestre Sun diz: "Não se pode utilizar espiões sem sagacidade e conhecimento, não se pode usar espiões sem humanidade e justiça, não se pode sem sutileza conseguir a verdade de espiões", e conclui: "Só um governante hábil ou um general brilhante que pode utilizar os mais inteligentes para a espionagem tem garantia de sucesso."

 

Um forte abraço da Família Tutto

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